Estrutura e revestimento
Inspeção de rejuntes, juntas, bordas, luminárias e pontos de embutimento onde a água pode escapar do tanque.
Resposta direta: O primeiro passo é separar perda por evaporação de vazamento real com o teste do balde e a marcação do nível por 24 horas. Se o nível cai mais que a evaporação, compara-se a queda com a bomba ligada e desligada: piora com o sistema ligado aponta para a rede hidráulica; queda constante mesmo desligada aponta para estrutura, revestimento ou acessórios.
Piscina que exige reposição constante de água pode estar perdendo pela estrutura, pelas linhas de sucção e retorno ou por conexões na casa de máquinas. Cada origem tem um teste diferente — e um reparo bem diferente. A inspeção existe para não trocar revestimento quando o problema é uma tubulação.
Alguma perda por evaporação é normal. O que chama atenção é a queda de nível desproporcional ou concentrada em determinadas condições.
A sequência elimina hipóteses até restar apenas a origem real da perda.
Inspeção de rejuntes, juntas, bordas, luminárias e pontos de embutimento onde a água pode escapar do tanque.
Isolamento e pressurização das tubulações de sucção, retorno e aspiração para identificar perda de pressão.
Verificação de bomba, filtro, registros e conexões, onde vazamentos costumam passar despercebidos.
Descrição do tipo de piscina, revestimento e comportamento da perda de nível.
Acompanhamento da queda com equipamentos ligados e desligados.
Pressurização das linhas para separar perda estrutural de perda hidráulica.
Relatório com o diagnóstico e execução do reparo, se contratado.
A perda acompanhava o funcionamento do recalque, indicando trecho de tubulação pressurizada fora do tanque.
Perda contínua independente da bomba levou a investigar rejunte, iluminação e a região dos ralos de fundo.
Solo saturado ao lado da casa de máquinas ajudou a orientar a varredura acústica no trecho enterrado.
Perda de nível acima da evaporação normal é o principal indício, especialmente quando o nível cai também com a bomba desligada. Solo encharcado no entorno e necessidade de reposição frequente reforçam a suspeita.
Sim. A perda pode ocorrer na estrutura (rejunte, revestimento, junta) ou nas linhas de sucção, retorno e aspiração. Por isso a avaliação separa o que é estrutural do que é hidráulico.
Não é o ponto de partida. A investigação começa com testes de nível e de estanqueidade das linhas; o esvaziamento só é considerado quando o reparo exige.
Varia com clima e exposição; por isso o teste do balde é usado como referência local, comparando piscina e recipiente no mesmo período.
Na maioria dos casos não. O esvaziamento é evitado porque pode gerar dano estrutural.
Sim, quando há reposição automática ou reabastecimento frequente para manter o nível.
Sim, incluindo áreas comuns e casas de máquinas.
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